Domingo, 31 de Agosto de 2008

Mas que filme...

 

Ao circular pelas estradas e rotundas " deste país", neste morno Verão, muitos de nós, teremos já reparado neste cartaz sobre a " rentrée" cinematográfica ( ficção, drama, tragédia, alarmismo...? ), queríamos dizer, rentrée política, prenunciando os assomos à superfície de algo que se move nas águas turvas deste nosso país. Efeito ou não do cartaz, então nao é que para os lados da Caparica, alguém pensou mesmo ver alguns tubarões?

 

"Lisboa, 30 Ago (Lusa) - A Polícia Marítima de Almada não avistou qualquer tubarão numa praia da Costa de Caparica, apesar de um nadador salvador ter dado hoje à tarde o alerta da presença de dois peixes nas águas na Praia do CDS.

Três horas depois de ter sido dado o alerta, a Polícia Marítima de Almada disse à agência Lusa que tudo não passou de um falso alarme e que apenas foi avistado um mergulhão (uma ave) à tona da água.

"Houve pessoas que afirmaram terem visto os tubarões, mas quando a Polícia Marítima chegou não foram avistados", disse a fonte policial à Lusa.

 

 

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publicado por tpf às 08:26
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Quando o poder lhes sobe à cabeça …


Foi recentemente publicado em Inglaterra um livro intitulado, em tradução literal, “ Na doença e no poder: a doença nos chefes de estado ao longo dos últimos cem anos”, escrito por David Owen, neurologista e político, hoje com setenta anos, fundador do actual Partido Liberal Democrata e ex-membro de Governos de Sua Majestade. Owen terá estudado durante seis anos o “ cérebro” de muitos dos políticos do século XX , tendo concluído que existe uma doença que afecta alguns detentores de cargos políticos: a síndrome de Hubris. O termo hubris significaria, em grego, excesso de confiança e orgulho desmedido. Uma incursão pela mitologia grega conduzir-nos-ia ao herói Hubris, que uma vez alcançada a glória se deixou embriagar pelo êxito e com isso passou a acumular erros até ao dia em que encontrou Némesis que o fez cair em si e ver a realidade.
David Owen acha que este “ autismo” não é capricho pessoal mas sim um estado de doença. É que, as pressões e a responsabilidade que o exercício do poder implica, afectam a mente e o comportamento dos políticos. Nesta perspectiva, o poder intoxicaria de tal modo alguns detentores de cargos políticos que o sistema neuro -psíquico dos mesmos acabaria por ser afectado gravemente. Mesmo sabendo que esta doença não se encontra reconhecida pela Medicina, Owen aponta um conjunto de sintomas ( síndrome) facilmente diagnosticáveis: exagerada confiança dos líderes em si mesmos, desrespeito e desprezo pelos conselhos daqueles que os rodeiam e progressivo afastamento da realidade. Além disso, quando as decisões se revelam erróneas, não reconhecem o falhanço e continuam convencidos de que tomaram a decisão correcta.
A comprovar tudo isto, o autor enumera políticos como Hitler que, na sua opinião, é um bom exemplo de um governante completamente dominado pela Síndrome de Hubris. Outros nomes: Roosevelt, Mussolini, Margaret Thatcher, Mao Tsé-Tung, Tony Blair, Bush, Fidel, Mugabe, Saddam, Khadafy , Idi Amin… 

Seguindo esta linha de pensamento, no caso português, quem incluiria aqui? Salazar? Jardim? Sócrates? Jaime Soares?
Neste livro, em que Owen retoma um ensaio publicado no ‘Journal of the Royal Society of Medicine’ acerca do conceito de Hubris, chama-se ainda a atenção para as consequências do declínio mental e físico de muitos governantes dos nossos tempos.
Suficientemente credível ou não, entendemos que esta obra não deixa de ser um bom pretexto para uma reflexão séria sobre a política e os políticos que nos governam, a nível mundial, a nível nacional e a nível autárquico. Reflexão que nos ajudará a estar mais atentos e mais sensíveis perante este fenómeno ancestral de abuso do poder por parte dos seus detentores.
E a cura para a síndrome de Hubris? - é legítimo perguntar. Por enquanto - diz Owen - ainda não existe cura. Por isso há que manter "uma vigilância constante" sobre os dirigentes -conclui.

 

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publicado por tpf às 00:14
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Sábado, 26 de Maio de 2007

Revoltado

Ninguém imaginaria que um Governo

" Socialista"

enveredasse

por um caminho de ataque feroz à queles que trabalham com o suor do seu rosto e com umdesgaste psíquico inquestionável, enquanto propicia

um clima de facilidades

ao capital financeiro e aos grandes grupos económicos, numa linha de neoliberalismo

descarado. O pequeno e médio trabalhador do Estado é o bode expiatório duma situação onde a classe política de topo e os grandes gestores se continuam a " amanhar" à volta do orçamento do Estado. Veja-se só:

os salários dos portugueses atingiram o valor mais baixo dos últimos 22 anos, mas…os administradores e gestores, nos últimos cinco anos, triplicaram os seus salários.

 

A generalidade das pensões de aposentação sofreram um grande corte…mas em 2006 duplicou o número de pensões de aposentação, da Administração Pública, superiores a 4000 euros.

 

Eu não votei socialista...!


publicado por tpf às 02:03
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.o meu poema...

... Gostava de ser poeta/dizer o indizível/pensar o impossível/...agarrar a palavra certa!

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