Sábado, 25 de Outubro de 2008

Mais uma vez...O Magalhães...

Louvado sejas...

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publicado por tpf às 17:30
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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Blindness - the film

Um escritor que utiliza com frequência a metáfora (substituição da palavra adequada por outra, com base numa comparação implícita) e a alegoria (sucessão de metáforas e/ou comparações através das quais realidades abstractas são concretizadas) estará, mais exposto a críticas, muitas vezes levianas, seja a propósito dos seus livros, seja como reacção ao filme recentemente estreado nos Estados Unidos e que teremos oportunidade de ver nos nossos cinemas em Novembro.
Que uma Federação de Cegos (Estados Unidos) queira que o filme de Fernando Meirelles sobre o Ensaio sobre a Cegueira seja retirado das salas de cinema, não é mais do que o reflexo duma sociedade vulnerável ao fundamentalismo literário, religioso, político… Com todo o respeito pelas pessoas cegas não concordamos que o director executivo daquela Federação entenda que, quer o livro, quer o filme “ retratam os cegos como incapazes de fazer seja o que for, até como viciados e criminosos”. Recorde-se que em 1998 foram vendidos pacificamente quinhentos mil exemplares nos Estados Unidos.
Achamos que a cegueira enquanto metáfora, passados dez anos, encaixa possivelmente ainda melhor na realidade deste nosso mundo.
O livro narra a história de um grupo de pessoas – sem nome – que vivem numa cidade – também sem nome - que é atingida por uma epidemia de cegueira branca. São encaminhadas para um abrigo, isoladas em grupos, onde ficam de quarentena, lutando para sobreviver num espaço onde a comida é o bem mais precioso. No meio do caos generalizado, apenas uma mulher não é infectada. Cabe a ela tentar perceber o que se passa e encontrar uma saída.
Tal como no filme A Cidade de Deus, também de Fernando Meireles, Blindness não é um filme agradável à vista. É que, a realidade levada ao extremo incomoda muito mais do que viver no faz de conta.
O Ensaio sobre a Cegueira fala da condição humana. Conforme B. Berrini escrevia em 1997, o ensaio retrata o egoísmo humano levado ao extremo quando está em causa a luta pela sobrevivência. No entanto, o livro apresenta uma realidade despida de ilusões mas não desprovida de esperança. A mulher do médico (que não cegara) representa o respeito, o serviço ao outro, a generosidade sem limites, a valorização do essencial, a possibilidade da solidariedade mesmo num mundo que parece irrecuperável.
De facto Saramago não é um escritor fácil. E não é por acaso que alguns dos seus romances se chamem Ensaios.
Recordemos o final do livro. A mulher do médico pergunta porque foi que cegaram. Talvez um dia se chegue a saber – responde ele. E acrescenta: “ penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem.”
 

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Art in hospitals

 

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publicado por tpf às 00:09
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Pela amizade que você me vota...

Pela amizade que você me vota,
por meus defeitos que você nem nota...

Por meus valores que você aumenta,
por minha fé que você alimenta...

Por esta paz que nós nos transmitimos,
por este pão de amor que repartimos...

Pelo silêncio que diz quase tudo,
por este olhar que me reprova mudo...

Pela pureza dos seus sentimentos,
pela presença em todos os momentos...


Por ser presente, mesmo quando ausente,
por ser feliz quando me vê contente...

Por este olhar que diz:
"Amigo, vá em frente!"

Por ficar triste, quando estou tristonho,
por rir comigo quando estou risonho...

Por repreender-me, quando estou errado,
ou pelo meu segredo, sempre bem guardado...

Por seu segredo, que só eu conheço,
e por achar que apenas eu mereço...

 

excerto de texto de José Fernandes de Oliveira
(Padre Zezinho)

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Sobre a Vírgula

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

 

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

 

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

 

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

 

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

 

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

 

Uma vírgula muda tudo ... faça a experiência.

 

Coloque uma vírgula na seguinte frase:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

 

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.


Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
 

...

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publicado por tpf às 00:49
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Humilhado, tal como milhares de outros professores...

LEIAM E PASMEM - É DEMOLIDOR PARA UM DOCENTE (...)

Um relato verídico de uma vida a lutar por nada....

 

 

Aos meus alunos, aos Pais dos meus alunos, aos professores e a todos os meus concidadãos :

 

Tenho cinquenta e tal anos de idade, trinta e muitos dos quais como docente no ensino secundário e no ensino superior.

Fiz a Licenciatura com 16 valores, o Estágio Pedagógico com 18 e um mestrado em Ciências da Educação com Muito Bom.
Dediquei a minha vida à Escola Pública. Fui Presidente do Conselho Executivo (dois mandatos), orientador de estágio pedagógico (3 anos), delegado de grupo / coordenador de departamento (dois mandatos), Presidente do Conselho Pedagógico (um mandato) e director de turma durante vários anos.

Nos últimos tempos leccionei no ensino superior, com ligação permanente à formação de professores.Desempenhei vários cargos pedagógicos, participei em múltiplos projectos e desenvolvi dois trabalhos de elevado valor científico.
Entretanto, regressei ao ensino secundário e à minha escola de origem.
Alguns dos antigos colegas, embora mais novos do que eu e com menos tempo de serviço (compraram o tempo, explicaram-me depois) já se tinham reformado. Eu também já tinha idade, mas faltavam-me alguns meses para o tempo necessário quando mudaram as regras do jogo. E como se não bastasse a alteração dessas regras, é aprovado, entretanto, um novo estatuto para a carreira docente. E logo de seguida é aberto o concurso para professores titulares. Um concurso para uma nova categoria onde eu não tinha lugar!
Não reunia condições. Mesmo com um Mestrado em Ciências da Educação e sem ter dado uma única falta nos últimos sete anos, o meu curriculum valia, apenas, 93 pontos! Faltavam 2 pontos para o mínimo exigido a quem estivesse no 10º escalão.

Com as novas regras, o meu departamento passou a ser coordenado, a partir do presente ano lectivo, por um professor titular. Um professor que está posicionado no 8º escalão. Tem menos 15 anos de serviço do que eu. Foi meu aluno no ensino secundário e, mais tarde, meu estagiário. Fez um bacharelato com média de 10 valores e no estágio pedagógico obteve a classificação de 11 valores. Recentemente concluiu a licenciatura numa estabelecimento de ensino privado, desconhecendo a classificação obtida. É um professor que nunca exerceu qualquer cargo pedagógico, à excepção de director de turma. Nos últimos sete anos deu 84 faltas, algumas das quais para fazer 15 dias de férias na República Dominicana (o atestado médico que utilizou está arquivado na secretaria da escola, enquanto os bilhetes do avião e a factura do hotel constam de um outro processo localizável). O seu curriculum vale 84 pontos, menos 9 pontos do que o meu. Contudo, este docente foi nomeado professor titular.

De acordo com o Senhor Primeiro Ministro e demais membros do seu Governo, com o apoio do Senhor Presidente da República e, agora, com o apoio dos dirigentes sindicais, este professor está em melhores condições do que eu para integrar ' (...) um corpo de docentes altamente qualificado, com mais experiência, mais formação e mais autoridade, que assegure em permanência as funções de organização das escolas para a promoção do sucesso educativo, a prevenção do abandono escolar e a melhoria da qualidade das aprendizagens.'

A conclusão, embora absurda, é clara: se eu estivesse apenas no 9º escalão, e com os mesmos pontos, seria considerado um docente altamente qualificado, com mais experiência, mais formação e mais autoridade. Como estou no 10º escalão, e não atingindo os 95 pontos, eu já não sou nada.

Isto é o resultado de uma selecção feita com base na '(...) aplicação de uma grelha de critérios objectivos, observáveis e quantificáveis, com ponderações que permitam distinguir as experiências profissionais mais relevantes (...)[onde se procurou] reduzir ao mínimo as margens de subjectividade e de discricionariedade na apreciação do currículo dos candidatos, reafirmando-se o objectivo de valorizar e dar prioridade na classificação aos professores que têm dado provas de maior disponibilidade para assumir funções de responsabilidade.' É assim que 'reza' o DL 200/2007, de 22 de Maio. Admirável!

Agora consta por aí (e por aqui) que aquele professor (coordenador do meu departamento) me irá avaliar...
Não, isso não será verdade. Esse professor irá, provavelmente, fazer de conta que avalia, porque só pode avaliar quem sabe, quem for mais competente do que aquele que se pretende avaliar.
O título de 'titular' não é, só por si, suficiente. Mesmo que isto seja só para fazer de conta...

Conhecidos que são os meus interesses, passo ao principal objectivo desta carta, que é, simplesmente, pedir perdão!

Pedir perdão, em primeiro lugar, aos meus alunos. Pedir perdão a todos os Pais dos meus alunos. Pedir perdão porque estou de professor, mas sem me sentir professor. Tal como milhares de colegas, humilhados e desencorajados, sinto-me transformado num funcionário inútil, à espera da aposentação.
Ninguém consegue ser bom professor sem um mínimo de dignidade. Ninguém consegue ser bom professor sem um mínimo de paixão.

As minhas aulas eram, outrora, coloridas, vivas e muito participadas. Com acetatos, diaporamas, vídeos, powerpoint, etc. Hoje é, apenas, o giz e o quadro. Só a preto e branco, com alguns cinzentos à mistura.
Sinto-me desmotivado, incapaz de me empenhar e de estimular. Receio vir a odiar a sala de aulas e a própria escola. Receio começar a faltar para imitar o professor titular e coordenador do meu departamento (só não irei passar férias para a República Dominicana porque tenho outras prioridades...). Receio que os professores deste País comecem a fingir que ensinam e a fingir que avaliam. Sim, porque neste país já tudo me parece a fingir.

Cumprimentos.

 

(Um professor anónimo e humilhado, tal como milhares de outros professores)

 


publicado por tpf às 00:45
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A realidade e a ilusão

Hoje ao ler este post mais uma vez me identifiquei com o que nele se escrevia.

Imprimi uns tantos papéis que dei a alguns colegas...mas se para um ou outro(a) a questão é pertinente...para outros (as)...está tudo a passar ao lado... :-(

 



Foi um alarido a distribuição do computador Magalhães nas escolas, ao que ouvi dizer objecto imprescindível para a educação, logo a partir dos sete anos de idade.
Para tais idades, não creio que seja tão imprescindível como isso. Se pode ser um estímulo para aprender a ler, não traz qualquer vantagem para a miudagem aprender a escrever e, muito menos, a fazer contas. E, independentemente da necessária formação noutras áreas educativas, é nos primeiros anos que os alunos têm que sair instruídos nessas tarefas prosaicas, mas que ainda ouso chamar essenciais, de saber ler, saber escrever e saber fazer contas.
Sobretudo no que se refere à Matemática, o computador vai ser uma tragédia. A Associação Portuguesa dos Professores de Matemática, num raro bom senso nos tempos que correm, vem chamando a atenção para a grave consequência da utilização das máquinas de calcular. O computador só irá piorar a situação.
Como se já os conhecessem, o Primeiro-Ministro e a Ministra da Educação não se cansaram de assinalar os extraordinários efeitos benéficos de tal medida, e venderam como realidade palpável e indiscutível uma mera presunção, a comprovar apenas no futuro.
Sob a capa de lhe estar a criar melhores condições, a educação deixou de ser objectivo para o Governo; a educação passou a mero instrumento de propaganda.
Eficaz para o Governo, não duvido, mas ilusória para os portugueses.

QUARTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2008

 

http://quartarepublica.blogspot.com/

 


publicado por tpf às 00:35
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Sonoridades...

Há dias em conversa com uma amiga, falava-se de J.Iglésias...romântico?

lamechas? Para mim, há temas que, não sei bem porquê, me ficaram no ouvido e, hoje, que por mais do que vez andei pela Galiza, confirmei algo de mítico naquela região e neste velhinho tema...

 

 

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publicado por tpf às 00:29
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

O avanço da ciência e o recuo de Deus: fronteiras do conhecimento

O Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos da Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa vai realizar no próximo dia 18 de Outubro um ‘Jornada Fé e Ciência’, subordinada ao tema “O avanço da ciência e o recuo de Deus: fronteiras do conhecimento”.

 


Os recentes avanços e êxitos da ciência, bem como a sua omnipresença no dia-a-dia das sociedades contemporâneas – onde as novas tecnologias vão introduzindo novos hábitos e estilos de vida, novas formas de comunicação, de pensamento e de aquisição de conhecimentos, novas concepções da economia, da arte, da ética, etc. –, parecem desafiar as concepções religiosas estabelecidas no passado e, nomeadamente, a concepção cristã de Deus.
Perante este quadro cultural, no qual a ciência invade cada vez mais os diversos âmbitos da experiência e do pensamento humanos, especialmente em áreas que no passado eram reservadas à filosofia e à teologia, a Deus não parece restar outra alternativa senão a da perda do direito de cidadania e a consequente retirada para o baú das velharias, porque sobra e está a mais.
O conhecimento científico permitirá, finalmente, desterrar a “ilusão de Deus”, bem como as sombras da magia e do mistério que, no passado, envolveram o conhecimento do mundo e de nós mesmos, aumentaram o ópio do povo e impediram o desenvolvimento da sociedade?
Questões para debater
Para quê Deus, se já temos ciência?
A ciência tem razões que tornam a fé em Deus obsoleta? A crescente extensão da esfera da explicação científica a domínios que outrora pertenciam ao âmbito da teologia e das “humanidades” implica o abandono definitivo da hipótese de Deus?
A ciência dá respostas a todas as perguntas sobre o mundo que nos rodeia e sobre o lugar que ocupamos nele? A explicação científica pode abranger todos os âmbitos da experiência humana no mundo? Toda a argumentação não científica é irracional?
A ciência esgota o campo da racionalidade e do pensamento crítico? Há limites ao poder explicativo da ciência?
A explicação teológica é criticamente fundamentada ou assenta em dogmas irracionais?
Que possibilidades para um encontro entre ciência e fé em Deus: conflito intransponível? Inimizade irreconciliável? Independência? Diálogo? Integração? Contributos mútuos?
A fé em Deus traz benefícios para as sociedades?


http://companhiadosfilosofos.blogspot.com/


publicado por tpf às 21:47
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CERN recria os primeiros momentos do nosso Universo

O maior acelerador de partículas do Mundo já foi colocado em funcionamento com sucesso


Correu bem a primeira tentativa para colocar em funcionamento o maior acelerador de partículas do Mundo. Os cientistas do CERN (Centro Europeu de Investigação Nuclear), construído entre a França e a Suíça, conseguiram pôr a circular um feixe de milhões de protões naquele que é o primeiro passo para a recriação dos primeiros momentos do Universo.
Após quase 30 anos de trabalho e um orçamento de 8 mil milhões de euros, o Grande Acelerador de Hadrões (partículas elementares como os protões e os neutrões) foi inaugurado esta manhã no Laboratório Europeu de Física de Partículas, em Genebra.
Numa primeira tentativa, os cientistas tiveram sucesso em colocar em circulação um feixe de milhões de protões. Começou assim a maior experiência científica jamais feita.
Os investigadores conseguiram fazer com que as partículas dessem uma volta completa no

túnel circular de 27 quilómetros, no território entre a França e a Suíça.
O grande objectivo das equipas envolvidas no projecto era fazer com que as partículas dessem uma volta completa ao túnel, de forma a possibilitar a identificação de novas partículas elementares.
O acelerador passou no primeiro teste e em breve ajudará a perceber a forma como funciona o Universo.
Três décadas em busca do Big Bang
Após uma espera de quase 30 anos, o novo acelerador de particulas vai finalmente permitir a recriação dos primeiros momentos do Universo.
A comunidade científica que trabalha naquele que é o maior laboratório do Mundo tem como objectivo mais importante recriar o "Big Bang" - teoria segundo a qual o Universo tem início numa explosão, emergindo de um estado extremamente denso e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos.
Dessa forma, serão geradas temperaturas 100 mil vezes mais elevadas do que as do centro do Sol.
Os trabalhos hoje iniciados no CERN são considerados como a mais arrojada experiência científica jamais colocada em prática.
Portugal membro de pleno direito
O maior acelerador de partículas do Mundo tem vários componentes vitais construídos em Portugal.
Alguns desses componentes vão em breve passar a ser usados em Medicina. Exemplo disso é um novo aparelho que vais ajudar no diagnóstico do cancro da mama. 

Mas não são só componentes físicos que têm a marca portuguesa - também a comunidade científica do laboratório, composta por mais de 9 mil investigadores, conta com uma centena de cérebros lusos.
A mais complexa e ambiciosa das experiências científicas simboliza igualmente o triunfo da cooperação internacional entre cientistas e o novo papel da Europa como líder da físíca mundial.


RTP 2008-09-10 16:38:59
 

 


publicado por tpf às 21:15
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.o meu poema...

... Gostava de ser poeta/dizer o indizível/pensar o impossível/...agarrar a palavra certa!

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